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Sobre Ana Luisa Almeida e “O que aprendi na Engenharia”

Olá! Tudo bem?

Muito feliz de te ter por aqui! =D

Eu sou Ana Luisa Almeida (essa morena sorrindo na foto abaixo, rs), sou graduanda em Engenharia Química e idealizadora do Projeto "O que aprendi na Engenharia"...

Ana Luisa Almeida - O que aprendi na Engenharia

Eu sei que você abriu esta aba para entender melhor o que é esse projeto, mas para te explicar qual o propósito do "O que eu aprendi na Engenharia", antes, eu preciso te contar minha história... Então, vamos lá!


Em março de 2011, quando eu tinha 17 anos recém completados, eu comecei a estudar Engenharia Química na Universidade Federal da Bahia. Deixei minha família em Feira de Santana — uma cidade baiana há 100 km de Salvador — e vim realizar um dos meus maiores sonhos: Estudar Engenharia Química na UFBA.

E como minha vida mudou desde então.

Hoje, aos 22 anos de idade, eu olho para trás e vejo como cresci em tão pouco tempo. Tive um crescimento interpessoal expressivo, reflexo dos grandes desafios que eu passei na minha graduação em engenharia química.

Eu admito que, em grande parte dessa jornada, eu senti muita dor. Eu perdi minha autoestima, passei a alimentar crenças limitantes e destruidoras. Deixei de acreditar no meu potencial. Adquiri um desamparo aprendido, que quase me levou ao fundo do poço. Por algum tempo, acreditei que não fazia nenhum sentido o que eu estava vivendo.

Eu tive momentos de muitas decepções com o Ensino Superior Brasileiro, com a Universidade que eu escolhi e com os professores que me deparei. Assim, adotei uma posição de vítima e deixei que as circunstâncias me dominassem e me levassem para um estado de muita tristeza.

Eu pensei em desistir da Engenharia.

Eu deixei de sonhar.

Mas, como já disse Steve Jobs em um famoso discurso que ele realizou na Universidade de Stanford:

“Você não pode conectar os pontos olhando para a frente; você só pode conectar os pontos olhando para trás. Assim, você precisa acreditar que os pontos irão se conectar de alguma maneira no futuro. Você precisa acreditar em alguma coisa — na sua coragem, no seu destino, na sua vida, no karma, em qualquer coisa. Este pensamento nunca me deixou na mão, e fez toda a diferença na minha vida.”

Eu segui esse conselho. E, realmente, fez toda diferença em minha vida.

Os pontos se conectaram.

Em 2013, prestes a entrar em depressão, já socorrida por idas ao psicólogo na tentativa da minha família para que eu não entrasse nesse estado depreciativo, eu decidi “fugir” de tudo isso. Resolvi fazer intercâmbio pelo Ciência sem Fronteiras.

Em 2014, por sincronicidade do que você quiser acreditar, eu fui estudar na Universidade de Swansea, no País de Gales.

“Ana, o que você foi fazer no País de Gales?!”

Muitos me fazem essa pergunta, assustados.

A minha resposta é clichê, mas é a pura verdade: tinha que ser.

Eu tinha que ir para lá.

Eu tinha que morar 1 ano em Swansea, no País de Gales.

                                          Um dia de Sol na Universidade =)

Com dois dias na Universidade de Swansea, ao entrar na biblioteca, eu me deparei com um cartaz do tipo:

“Você se sente perdido(a)?

Não sabe qual rumo dar à sua carreira?”

Eu respondi sim a todas essas perguntas.

Ao final do cartaz, o convite:

Então venha conhecer nosso serviço de Coaching, etc.

Coaching?

Curioso!!

Não hesitei, simplesmente fui…

Dai em diante, esse era o principal tema das minhas buscas no Google, rs.

O meu foco em conhecer mais práticas de Desenvolvimento Pessoal ficou tão aguçado que acabei tendo oportunidades que foram bastante importantes para mim:

  • Durante o intercâmbio, eu aproveitei vários workshops da Universidade sobre este tema e afins;
  • Eu participei de um grande evento gratuito de Coaching em Londres, durante dois dias, promovido pela The Coaching Academy.
  • Mesmo de lá de Swansea, através de um vídeo da TV UFBA que vi no Facebook, me conectei com a ideia da Alavanca Educacional de promovermos esses conhecimentos de Coaching e Programação Neurolinguística (PNL) aos Universitários brasileiros.

Tudo isso foi mágico.

E quando percebi, eu tinha mudado.

Eu estava me conhecendo melhor, eu já conseguia responder perguntas que me deixavam em conflitos internos quando não sabia respondê-las.

Eu estava aproveitando mais a vida.

Voltei para o Brasil uma nova pessoa.

Ressignifiquei minha universidade. Reconstrui minha autoestima.

E seguindo minha paixão pela escrita, um dia, resolvi escrever um texto chamado:

“Ao estudar engenharia, eu deixei de sonhar”.

Esse texto foi um divisor de águas em minha vida.

Viralizou, foi parar em vários blogs de sucesso. O texto teve milhares de compartilhamentos, ganhou repercussão nacional. E vários estudantes de Engenharia de todo o Brasil vieram me procurar no Facebook. Fiquei sabendo que a dor que eu achava que era só minha não era inédita a mim. Tinha muita gente sentindo isso também e encontraram estímulo em minhas palavras.

A partir dai, entendi minha missão aqui na Terra.

“Ajudar estudantes de engenharia a realizarem sonhos, espalhando beleza, sorrisos e gratidão na Engenharia.”

Assim, desde de janeiro de 2016, passei a escrever o que eu venho aprendendo sobre Coaching, PNL, Produtividade, Empreendedorismo e que estão fazendo diferença em minha vida pessoal, estudantil e profissional. Me tornei uma graduanda em Engenharia que fala para estudantes de Engenharia o que eles não ouvem nas Universidades e que pode fazer uma diferença imensa na Jornada deles.

Em janeiro de 2015, assim que voltei do intercâmbio, participei de uma Jornada Alavanca, onde descobri mais técnicas e ferramentas do Coaching e da PNL que poderiam alavancar minha jornada acadêmica. A partir dai, ressignifiquei minha Universidade.
Durante o ano de 2015, fui Guia de Produtividade no Encontro dos Sonhos da Alavanca Educacional. Aprendi e vivi muito sobre o tema.
                        No final de 2015, me tornei Practitioner em PNL.

Assim, criei uma publicação no medium.com, intitulada de “O que aprendi na Engenharia — Muito mais do que Limites e Derivadas, uma lição de vida.”. Toda semana passei a compartilhar conteúdo nesta publicação. E à medida que o tempo passava, comecei a ouvir vários feedbacks positivos sobre como minhas palavras estavam sendo fonte de força e motivação.

Desse modo, decidi por ampliar esse projeto e te confesso que, todos os dias, acordo desejando, do fundo do meu coração, que ele cresça ainda mais e alcance e impacte mais pessoas.

Eu quero que o máximo de estudantes de engenharia do Brasil comecem a se conectar com esses conhecimentos de Coaching, PNL, Produtividade e Empreendedorismo. Eu cresci muito quando eu passei a estudar e a viver o que essas áreas ensinam.

Eu mudei. Eu sou mais feliz.

E eu sei que, com esse conhecimentos, eu sou uma pessoa melhor.

E, com eles também, serei uma melhor engenheira.

Quero que esse impacto se repercuta em mais vidas.

Sei que tem muita gente ai precisando e nem sabe que tem essa “luz no final do túnel”. Quero ser para muitos a voz de estímulo, que eu procurei quando eu pensei em desistir da Engenharia e não encontrei.

Além de tudo isso, eu questiono muito o sistema de Ensino Brasileiro. Acho antiquado, ultrapassado e patético. Através dos meus textos quero instigar debates e ações de mudanças. Quero que as Universidades brasileiras não formem apenas Engenheiros técnicos, mas também Engenheiros gestores, que sabem lidar com pessoas, têm controle emocional e sabem se comunicar.

Enfim,

Por que eu decidi escrever sobre “o que aprendi na engenharia”?

Por conta de todas as razões que descrevi acima.

E além: porque eu acredito que as palavras que eu insisto em reunir aqui poderão ser luz em meio às trevas.

Gratidão pela sua conexão!

Estamos juntos nessa missão!

E ah! Quem quiser se aprofundar mais nessa história e ter mais insights, fiz um vídeo contando alguns outros detalhes! Aperta play ai:

Com muito carinho,

Ana Luisa Almeida.

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