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A jovem moça decidiu comprar um sapato.

Queria um tênis azul e que fosse muito confortável. Pré requisitos não havia muitos, apenas o conforto. Era sua prioridade.

Saiu do trabalho e passou direto na sapataria do shopping próximo.

“Quero um tênis azul e muito confortável”

A atendente foi buscar.

Trouxe duas caixas.

Uma tinha o tênis azul muito confortável.

Outra, tinha uma sapatilha cheia de brilho.

Sorridente, a jovem moça já sabia o que escolher: queria o tênis azul muito confortável, esse tinha sido o seu pedido.

Calçou o tênis e sentiu o conforto total nos pés. Estava extremamente feliz com a escolha.

Até que a atendente interrompeu aquele momento de contemplação, pediu licença e a aconselhou que experimentasse a sapatilha com brilho.

A jovem moça explicou que queria o tênis.

A atendente disse que entendia a escolha dela, mas que, “sem compromisso”, seria legal ela experimentar outra opção.

A jovem moça hesitou, mas concordou.

Experimentou a sapatilha com brilho.

Linda por fora, um martírio por dentro. A jovem moça calçava 38/37. A sapatilha era 36/35. Os seus pés doíam, estavam “esmagados” naquele espaço confinado. Era um sapato super desconfortável. Não combinava com ela…

A atendente super elogiou, disse que 99% das mulheres que iam ali estavam levando aquela sapatilha! “Você precisa levar também, este é o último par!!!”

As mulheres ao lado começaram a opinar também, diziam que a sapatilha estava linda e que seria “burrice" não escolhe-la.

Doia muito os pés, mas a jovem moça começou a se sentir constrangida. Todo mundo dizia que ela tinha que levar aquela sapatilha, quem era ela para dizer que não?

O tênis azul e o conforto deixaram de ser a prioridade. A opinião e influência externa falaram mais alto que a própria vontade da garota.

Com um sorriso amarelo, a jovem moça decidiu levar a sapatilha com brilho. Agradou a todos, exceto ela mesma.

Saiu da sapataria com um sapato apertado, totalmente desconfortável, colecionando calos nos pés só para se encaixar em um mundo que não era o dela.

E Isso vale para o sapato, mas também para o estágio, emprego, curso de graduação, parceiro(a), tudo na vida...
Por mais tentadora que seja a proposta, só aceite se ela se encaixar com a sua essência e com o que você realmente quer na vida...
Sapato apertado doi demais.

Não tente se encaixar…

Priorize satisfazer seus sonhos. Não se preocupe com expectativas externas.

Seja você.

Gratidão!

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QUERO IR ALÉM NA ENGENHARIA!

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Ana Luisa Almeida
Aprendiz da vida e da engenharia. Idealizadora do Projeto "O que aprendi na Engenharia". Jovem Ponte, Engenheira Química formada pela UFBA, atuando como Engenheira Trainee na Kordsa Brasil. Nascida para espalhar sorrisos e gratidão ao redor do mundo, com o Coração sempre no ritmo #GoGoGo.

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