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As memórias que você está construindo hoje estão te conduzindo ao que deseja ter/ser daqui há 365 dias?

O Facebook possui uma ferramenta interessante. Todos os dias, ele me notifica sobre o que eu postei nos últimos anos, naquele mesmo dia. Essas memórias acabam sendo uma oportunidade interessante de olhar para trás e ver o que mudou em minha vida nos últimos tempos.

E acaba que eu expando minha consciência para além do facebook e sempre penso no que mudou em minha vida no último ano. Sempre  olho para dentro e reflito se evolui ou involui (não é o que eu  desejo, mas pode acontecer).

Pensando nisso, eu resolvi abrir algumas planilhas de planejamento pessoal que tenho no meu Google Drive e me deparei com a agenda semanal que eu tinha em maio de 2016:

Nos dias de segunda e quarta, das 6 da manhã até às 20 horas, eu tinha compromissos. Minha agenda era engessada. Os outros dias da semana também eram puxados. Eu precisava ter tanta precisão em meu planejamento que até as horas de dormir eu contabilizava. Essa fase da minha vida foi muito difícil. Muitos sacrifícios. Eu sentia minha frequência vibracional mais baixa. Tanto era que teve uma semana que eu decidi adicionar a coluna de "Atividades que eu deixei de fazer e que não posso deixar de fazer". Precisei escrever isso para que, diante das poucas horas que eu tinha, eu pudesse fazer um pouco dessas atividades e elevar minha vibração (provavelmente, muitos universitários que estão lendo este texto tem uma agenda similar. Recomendo muito que priorizem também aquelas atividades que elevam a frequência de vocês. Isso é essencial.).

Hoje, essa agenda é apenas uma memória. Lá atrás, eu defini que em dezembro de 2016 eu me formaria. A Universidade que estudei chegou a ter uma longa greve que pareceria atrapalhar meus planos, mas eu mantive o foco. Há 1 ano, eu priorizei criar as memórias que me conduziriam ao objetivo que eu tinha. Não foram memórias tão agradáveis, eu tive que renunciar muita coisa, mas eu escolhi tê-las para poder ter o meu sonho realizado.

Nossas memórias constituem o que somos (o filme Divertida Mente traz essa reflexão de forma bem lúdica) e somos nós que decidimos como a maioria delas vão se formar em nossa vida. Há um ano, eu poderia estar assistindo Netflix, escrevendo muito mais aqui no blog. Essas memórias seriam incríveis, mas dificilmente me conduziriam à inesquecível memória de ter me formado em Engenharia Química. Eu sempre bato na tecla que a vida precisa ter leveza, equilíbrio. Eu acredito veemente nisso. Mas sei também que haverá momentos de sacrifício e precisamos enfrentá-los. O segredo é ter data de término bem definida para esses momentos. A vida não é para ser difícil, porque, seguindo nosso fluxo, ela não é.

No dia 16 de maio de 2017, o Facebook me trouxe a memória de que, nessa mesma data, em 2016, eu estava compartilhando a fanpage do projeto "o que aprendi na engenharia" para a galera curtir e reconhecer nosso propósito de levar uma visão com muito mais significado e cuidado humano para a Engenharia. Nessa data, nós tínhamos apenas 4 meses e 15 dias de nascimento. 1 ano passou desde então. 2031 curtidas no Facebook, Palestras em Universidades, entrevistas no youtube, conexões via facebook, e-mail e linkedin, textos com alcance nacional, nova logo, quase 12.000 pessoas acessando nosso blog (de forma orgânica) para ler nosso último texto. Tudo isso porque há 1 ano, eu estava começando um projeto que nasceu do meu coração e me ensinou que estar em conexão com sua missão de vida é tudo que você precisa para as coisas darem certo... E de imaginar que tudo isso só se encaixou depois de ter tido memórias não tão agradáveis em 2013, quando não me reconhecia e pensei em desistir. Isso me lembra de te aconselhar a persistir... Resiliência é tudo.

Quais memórias você terá daqui há um ano?

Já pensou nisso?

Para te ajudar a criar as memórias que são relevantes aos seus sonhos, tenha foco e deixe bem claro seus objetivos. Para isso, você pode acessar nossa planilha gratuita de Definição de Metas.

Tomada consciência e com foco em seus objetivos, não haverão mais dúvidas, será certeza:

As memórias que você está construindo hoje estão te conduzindo ao que deseja ter/ser daqui há 365 dias.

Gratidão!

P.s.: Escrevi todo este texto ouvindo a música Trevo (Tu) da Anavitória... Sempre que ouço essa música eu me conecto com a sensação que esse projeto traz em minha vida: "É trevo de quatro folhas é...". Mais uma vez, gratidão por essa conexão e oportunidade de evolução!

 

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Ana Luisa Almeida
Aprendiz da vida e da engenharia. Idealizadora do Projeto "O que aprendi na Engenharia". Jovem Ponte, Engenheira Química formada pela UFBA, atuando como Engenheira Trainee na Kordsa Brasil. Nascida para espalhar sorrisos e gratidão ao redor do mundo, com o Coração sempre no ritmo #GoGoGo.

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