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Tenha Empatia!

Hoje de noite estava ouvindo uma música de Marília Mendonça (adivinha qual? rs) e, de repente, perguntei a mim mesma:

O que especificamente Marília Mendonça me ensina?

Sofrência feminina talvez seja o primeiro aprendizado que vem à sua mente (rs), mas não foi nesse aspecto que pensei.

Fiquei me perguntando sobre o que faz Marília Mendonça, Wesley Safadão, Maiara e Maraisa fazerem tanto sucesso?

Percebi que a resposta vem pela conexão que as músicas deles promovem aos seus ouvintes.

Em outras palavras: Empatia.

Eles cantam a realidade que eventualmente a gente já passou na vida.

Empatia.

A conexão é instantânea porque eles reconhecem a dor, a alegria do outro e tantos outros sentimentos.

Empatia.

Um dia desses, eu me perguntava como é que Marília Mendonça, aos 21 anos de idade, tem tanta música, com letras que representam várias histórias. Descobri então que, em algumas letras dessas músicas, ela não conta relatos pessoais, são histórias de pessoas próximas a elas. Por exemplo, a música "Infiel" ela compôs em referência à história de uma tia.

E isso me chamou bastante atenção. Instantaneamente, me perguntei:

Quantas músicas eu conseguiria compor com as histórias daqueles me cercam?

Sinceramente, acho que seriam poucas.

Quantas músicas eu conseguiria compor com as histórias dos meus amigos? Com as histórias de vida dos meus professores? Quantas canções eu iria compor com as histórias das pessoas que trabalham comigo?

Essas perguntas foram um termômetro importante sobre a empatia e a escuta ativa que tenho desenvolvido na vida. Elas chamaram minha atenção...

O que Marília Mendonça me ensina sobre Empatia tem aplicação prática e necessária na Engenharia.

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Muitas vezes eu questionava se os meus professores, mesmo com a formação em Engenharia Química, não tinham vivido o que eu vivi... Fazia esse questionamento porque não fazia sentido certas abordagens e imposições que eles faziam a nós (alunos). Se meus professores tivessem aprendido com Marília Mendonça sobre a importância de reconhecer a dor, a história, o sentimento do outro e se conectar de forma verdadeira, eles teriam mais empatia e adotariam uma abordagem menos sofredora para quem é Universitário.

E a recíproca é verdadeira. Se eu tivesse adotado mais empatia em relação aos meus professores, teria entendido melhor o que tanto os desmotivam e como poderia ajudar a melhorar isso...

Por onde você for, tenha empatia.

Quando começar a estagiar ou trabalhar numa indústria, por exemplo, ouça os operadores da área de produção. Ouça! E ouça com a alma. Eles sabem muito do processo que você já é (ou um dia será) engenheiro. Ter a empatia de se colocar no papel que eles executam te dará um conhecimento que livro nem diploma nenhum te permite ter. E não só no aspecto técnico. Vá além. Conheça os operadores que eles são, mas também os pais, os filhos, os amigos que eles são. Isso na indústria, mas o aprendizado é válido para todos os relacionamentos existentes em todas as outras áreas de atuação de um engenheiro.

Tenha empatia.

Eu agora me comprometi com um desafio para 2017.

Serei que nem Marília Mendonça...

Todos os dias, eu vou escrever uma história nova sobre  alguém. Eu vou ouvir mais.

Eu terei mais empatia.

Vamos juntos nessa missão?

Gratidão! 


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Ana Luisa Almeida
Aprendiz da vida e da engenharia. Idealizadora do Projeto "O que aprendi na Engenharia". Jovem Ponte, Engenheira Química formada pela UFBA, atuando como Engenheira Trainee na Kordsa Brasil. Nascida para espalhar sorrisos e gratidão ao redor do mundo, com o Coração sempre no ritmo #GoGoGo.

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