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Essa foto não se relaciona muito com esse texto, exceto pelo fato de que ela demonstra uma situação simples, mas que aparenta ser complexa… Ixe, acho que já compliquei! Rs.

Durante essa semana, recebi uma prova que me trouxe um insight interessante! Na questão que eu precisei de 11 linhas para justificar minha resposta, o professor demonstrou a resposta final em uma única linha. Na correção da minha prova, mesmo considerando a questão certa, ele escreveu que eu a compliquei. Rs.
E, realmente! Tanto eu quanto outros colegas complicamos.

Me responsabilizo por isso?
Sim! Adoto o mantra de Ser Líder sempre.

Mas, avaliando um pouco mais esse modelo mental que tenho, percebi que eu aprendi a complicar as coisas na Universidade.

Não sei você, mas eu sou assim: Se uma questão está muito fácil, eu já começo a achar que estou fazendo algo errado.

Mas óbvio! Está muito fácil, então, está errado!!

Desde o primeiro semestre, eu comecei a criar esse mapa mental de que se está fácil, está errado.

“Minhas Provas são complicadas.
Minhas Provas são difíceis.”

Foram essas crenças limitantes que alimentei desde que comecei meu curso.
Aliei avisos de Professores com o terror dos veteranos e atrelei tudo isso ao meu Desamparo Aprendido. Pronto, a fórmula perfeita para complicar o que é simples.

E se você amplia essa visão, acaba concluindo que isso é uma consequência do sistema brasileiro de ensino. Se está fácil, está errado.
Se está fácil tem aquela pegadinha que você não está vendo. Você cria esse mapa mental que acaba te acompanhando em diversas áreas da sua vida.

E ai que tá. A vida pode até não ser simples, mas recuso-me a aceitar que ela é complicada. Porque não é. Acredito muito que a simplicidade e leveza devem nos acompanhar em tudo que fazemos.
Simplicidade é elegância.

Neste primeiro trimestre de 2016, frequentemente tenho aprendido sobre simplicidade.
Sobre o não complicar.
Acho que essa é uma lição que a vida tem insistido em me ensinar e que eu vou insistindo em aprender e compartilhar com você.

“Antes de escrever 11 linhas, será que não consigo escrever em uma?”

Mudar as perguntas que fazemos e questionar a suposta complexidade das situações nos levará a caminhos muito mais simples.

Afinal, a vida pode não ser simples, mas também não é complicada.
Simples assim.

Ou nem tanto. Rs.

Gratidão!

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Ana Luisa Almeida
Aprendiz da vida e da engenharia. Idealizadora do Projeto "O que aprendi na Engenharia". Jovem Ponte, Engenheira Química formada pela UFBA, atuando como Engenheira Trainee na Kordsa Brasil. Nascida para espalhar sorrisos e gratidão ao redor do mundo, com o Coração sempre no ritmo #GoGoGo.

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