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As “dores” e “prazeres” que eventualmente eu achava que eram só meus, eu vejo que tantos outros universitários também compartilham do que “sofro” ou “aprendo”. E essa sinergia nos conecta de tal forma que gera aprendizados que nos fazem crescer cada vez mais.

Desde que comecei a escrever no “O que aprendi na Engenharia”, tenho tido exatamente essa percepção partilhada pelo Gabriel Goffi.
Quando eu escrevo aqui, as “dores” e “prazeres” que eventualmente eu achava que eram só meus, eu vejo que tantos outros universitários também compartilham do que “sofro” ou “aprendo”.
E essa sinergia nos conecta de tal forma que gera aprendizados que nos fazem crescer cada vez mais.

E já que a gente aprende com as Frustrações, Esperanças e Pontos de Vista dos outros, neste texto, partilharei uma frustração, uma esperança e ponto de vista pessoais, adquiridos na Jornada da graduação em Engenharia. A ideia é sempre aprendermos um pouco mais aqui, alinhados ao lema de Que sejamos 1% melhor todos os dias — nas sextas-feiras, se a leitura do texto que eu escrever já promover esse crescimento para você, missão cumprida! — .

Uma Frustração.

Quem acompanha minha jornada até aqui sabe que, durante o Ensino Médio, eu vivi um amor platônico com a Engenharia Química.
A única certeza que tinha na vida era que eu queria estudar Engenharia Química e tinha que ser na Universidade que sempre quis. Não podia, de jeito nenhum, ser em outro lugar, eu não aceitava pensar em outra hipótese.

Tamanha idealização me levou a uma das maiores decepções que tive na vida:

Ao estudar Engenharia, eu deixei de sonhar.

Estudar Engenharia Química saiu da lista de “maiores sonhos” para a lista de “maiores frustrações da vida” — usando o termo “frustração” para melhor entendimento, porque discordo muito da essência dele. Acredito que frustrações não existem.

Tamanha Frustração acabou me levando para a Esperança que compartilho abaixo.

Uma Esperança.

“Foi péssimo o gosto do remédio, mas o paciente precisava disso. Algumas vezes, a vida pode te atingir na cabeça com um tijolo. Não perca a fé.” — Steve Jobs

Na minha fase de maior “frustração” dentro da Engenharia, o discurso que Steve Jobs fez na Universidade de Stanford nunca me desapontou. Pelo contrário, foi luz no final do túnel.

Eu sou eternamente grata ao Universo por um dia eu ter idealizado a Universidade que escolhi, ter achado que eu só podia estudar Engenharia Química lá. Essa ilusão me levou me causou dor, mas trouxe uma coletânea de esperanças que tenho hoje.

Esperança de que sou capaz e o outro também. Esperança no bem da humanidade. Esperança de que dá sim para contribuir por uma Educação inovadora.

Esperança de que o que eu vivi e vivo pode ajudar muita gente por ai através da minha escrita.

Foi na dor, no que chamam de final do túnel, que eu me conectei com conhecimentos e pessoas que mudaram — totalmente — minha vida.

Era o remédio que eu precisava, então, foi a dor necessária, na dose que precisava ser.

Mais tarde descobri que minha dor não era a Engenharia Química em si, mas sim a Universidade que eu idealizei e quis estudar. Mas foi ai, diante desse desafio, que me conectei com projetos como a Alavanca Educacional, que tem dado novos rumos à Educação superior brasileira.

Nessa nova vida, eu voltei a sonhar.

A Frustração me levou a uma Esperança. E toda essa história eu resumo no seguinte Ponto de Vista:

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Um Ponto de Vista.

As pessoas mais próximas de mim sempre vão ouvir que não devemos criar expectativas na vida — Expectativa é diferente de Esperança. No final do texto tem um P.s. explicando isso… — . E essa foi uma das principais lições que tive nessa jornada até aqui.

Idealizar a minha Universidade, achar que “eu tinha que passar de primeira no vestibular” e tantas outras crenças/expectativas me levaram imatura para um meio totalmente diferente do que idealizei.

Eu nunca vou me esquecer do dia — ainda no primeiro semestre — que cheguei em casa chorando e olhava para minha mãe e dizia:

“Você não me ensinou a viver…”

Nos meus 17 anos de idade eu queria que minha mãe tivesse me ensinado o que só a vida é capaz: Não crie expectativas.

Trace seus objetivos para ter foco, não para idealizações de como vai ser lá na frente. Ao basear minha vida em expectativas eu sempre deixava de viver o momento presente e ai que está um dos segredos da vida.

Viva o agora.

Aproveite a caminhada.

Me formar, eu sei que vai ser algo muito bom,  mas eu já não tenho dado tanto foco a isso. Meu foco agora é viver os desafios e aprendizados do presente. Estar 100% no que tenho agora.

A Ana de 16 anos, que teve que escolher qual carreira ia ter pela vida toda, me ensinou que é vacilo esquecer o presente. Assim, é inevitável, você vai“quebrar a cara”.

Enfim, acho que já escrevi demais.

A minha trajetória muito me ensina, mas sei também que a sua poderá trazer aprendizados ainda mais incríveis.

A jornada do outro pode ser inspiração, mudança e insights para uma vida melhor. E no lema de sermos “1% melhor a cada dia”, eu te convido a partilhar, nos comentários, uma frustração, uma esperança e um ponto de vista pessoal seu. Todos nós seremos impactados, aprenderemos e cresceremos.
Acho que o maior legado que fica dessa ideia aqui é essa interação.
É esse crescimento.

Gratidão!

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Ana Luisa Almeida
Aprendiz da vida e da engenharia. Idealizadora do Projeto "O que aprendi na Engenharia". Jovem Ponte, Engenheira Química formada pela UFBA, atuando como Engenheira Trainee na Kordsa Brasil. Nascida para espalhar sorrisos e gratidão ao redor do mundo, com o Coração sempre no ritmo #GoGoGo.

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